terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Mecânica dos fluidos

Hidrodinâmica - Segunda aula

Exercícios sobre a Equação da Continuidade

Prof. Paulo Cesar M. Penteado
 

Exercício 2: resolução

V/Δt = π.r2.v => S.h/Δt = π.r2.v => π.R2.h/Δt = π.r2.v =>
R2.h/Δt = r2.v => (1,2)2.0,6/Δt = (4,0.10-2)2.0,5 => Δt = 1080 s = 18 min 

Resposta: 18 min

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Mecânica dos fluidos

Hidrodinâmica - Segunda aula

Exercícios sobre a Equação da Continuidade

Prof. Paulo Cesar M. Penteado
 

Exercício 3: resolução

a) Vazão volumétrica: 

V/Δt = S.v = 200,0 m2.1,0 m/s => V/Δt = 200,0 m3/s

b) Velocidade da água:
S1.v1 = S2.v2 = 200,0.1,0 = 40,0.v2 => v2 = 5,0 m/s

Respostas: a) 200,0 m3/s;  b) 5,0 m/s

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Mecânica dos fluidos

Hidrodinâmica - Segunda aula

Exercícios sobre a Equação da Continuidade

Prof. Paulo Cesar M. Penteado
 

Exercício 4: resolução

S1.v1 + S2.v2 = S.v => 2,0.0,50.4,0 + 3,0.1,0.2,0 = 5,0.h.2,5 => h = 0,80 m
 

Resposta: 0,80 m

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Mecânica dos fluidos

Hidrodinâmica - Segunda aula

Exercícios sobre a Equação da Continuidade

Prof. Paulo Cesar M. Penteado
 

Exercício 5: resolução

S1.v1 = 24. S2.v2 => π.r2.v1 = 24.r2.v2=> R2.v1 = 24.r2.v2=>
(0,9)2.0,90 = 24.(0,06)2.v2 => v2 ≅ 8,4 m/s
 

Resposta: aproximadamente 8,4 m/s

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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Mecânica dos fluidos

Introdução à Hidrodinâmica

Professor Paulo Cesar M. Penteado


Exercício 1: resolução
 

Seja S1 = π.r2, em que r = 1,0 cm, a área da secção transversal da aorta e v1 a velocidade do fluxo sanguíneo através dela. Para os capilares, seja S2 a área de secção transversal total e v2 a velocidade do fluxo sanguíneo através de cada capilar. Pela equação da continuidade devemos ter:2
Então:  π.(1,0)2.30,0 = 2000.v2 => v2 = 0,05 cm/s = 0,5 mm/s

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Mecânica dos fluidos

Introdução à Hidrodinâmica

Professor Paulo Cesar M. Penteado


Exercício 2: resolução
 

Podemos aplicar a equação da continuidade a esse problema se admitirmos que o ambiente seja parte da tubulação através da qual o ar irá fluir. Note que: S2.v2 = S2.(Δx2/Δt) = V2/Δt, em que V2 é o volume do quarto. Então, pela equação da continuidade: S1.v1 = S2.v2 => S1.v1 = V2/Δt.

S1.3,0 = 300/(15.60) => S1 ≅ 0,11 m2
 
Se a tubulação tiver uma secção transversal circular, então S = π.r2 e o raio da tubulação a ser usada deve ser de, aproximadamente, 0,19 m ou 19 cm.


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